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A mostrar mensagens de agosto, 2005
"if you're not the one" - versão Holmes Place
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E se tu fores aquela que eu mais quero E se tu fores aquela por quem sofro Eu não quero continuar a treinar sem ti...ao pé de mim Já não consigo viver assim Não imagino a vida..sem ti Se tu não decides o que queres Eu já não aguento...a solidão Se tu não decides o que sentes Eu já não aguento...a paixão Eu não quero continuar a treinar sem ti...ao pé de mim Já não consigo viver assim Não imagino a vida..sem ti
Os Elementais I - Os Silfos
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Eles governam os elementos do ar e estão presentes nos ventos e nas tempestades e a sua Rainha é Paralda . São seres sábios que adoram as ciências e estão associados à inteligência e responsáveis pela tranquilidade. Para pedir sua protecção caminhe com passos lentos, inspirando e expirando o ar, sem preocupação. Deixe o seu corpo relaxado e pense no pedido que quer ver realizado. Faça esse ritual durante o dia e use roupas claras.
Textos Poéticos I: "A Hora H", de Santos Silva
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Inicia-se a partir de hoje uma rubrica de textos poéticos de Santos Silva. A Hora H Chegou a Hora H o momento que não querias um dia havia de chegar e tu bem sabias Chegou a Hora H como era antes acabou os problemas começaram e a tua sorte mudou Chegou a Hora H o silêncio do desespero o que tinhas já não dá acabou-se a mama do bezerro Chegou a Hora H e agora que ela chegou a vaca da sorte mudou até que alguém a calou
O Unicórnio
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O Unicórnio é um extraordinário animal mitológico, notável pela sua anatomia e habilidade. A verdadeira força do Unicórnio reside no seu único chifre, ao qual a crença popular atribuía poderes mágicos de cura. Na época medieval, o chifre pulverizado era usado para curar picadas ou mordidas venenosas, ataques de vermes, perda de memória e muitas outras moléstias. Tão arraigada era a crença no poder mágico do Unicórnio, que o chifre pulverizado continuou a ser utilizado por farmacêuticos até o Século XVIII. Dizia-se que o chifre propriamente dito, cobria-se de suor quando colocado junto de alimentos envenenados, sendo usado como detector de veneno em cerimónias de cortes europeias, até 1789.